"E cedo, porque me embala Num vaivém de solidão..."

09
Set 11


Todo o livre pensamento

Gera a repulsa da censura

E abre uma insanável fissura

No sistema bolorento.

 

Só quem não escuta a voz do vento

Perde de Homem livre a postura

Sujeitando-se à impiedosa clausura

Do preconceito poeirento.

 

Quem não ousa contrariar a rota seguida

É albergado pelos ditos senhores da vida

Mas cria dentro de si mesmo uma prisão.

 

Já o espírito que teima em ser independente

É contrário ao retrógrado prepotente

Clamando sempre pelos alvores da libertação. 

 

(Lígia, 20 de Abril de 2009)


publicado por Lígia Laginha às 13:56

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