"E cedo, porque me embala Num vaivém de solidão..."

08
Set 11

 

Numa senzala imunda

Carpem os escravos da vida

Entregues à droga e à bebida

Para enganar a Dor profunda.

 

Munidos de uma vontade corcunda

Tentam fugir desta sina bandida

Mas cada dia é uma batalha perdida

Para o vício que os aprisiona e afunda.

 

Os seus corpos carregam uma Alma doente

E andam no Mundo fingindo ser gente

Mas não passam de farrapos sem postura.

 

No passado todos deixaram aquela história

Pejada de lágrimas e sem glória

Que os conduziu à escravatura.

 

(Lígia, 16 de Julho de 2009)


publicado por Lígia Laginha às 14:14
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